Judit Barros De Orleans Amaral
A reportagem do Notícias del-Rei esteve na Igreja de São Francisco de Assis, em São João del-Rei, realizando uma entrevista o guia de turismo Ronaldo de Nascimento, que comentou sobre a história do local.
“Um dos maiores cartões postais da cidade, a Igreja de São Francisco de Assis é mundialmente famosa por sua arquitetura barroca. Dois lustres de cristal de bacará são os mais destacados, com as únicas duas peças existentes no mundo, o segundo disponível no Museu do Louvre, na França. O teto da nave é feito de uma barca invertida, em homenagem a São Pedro, o pescador. Os dois primeiros altares foram criados por Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho”, cita o trabalhador.
Ele descreve que “o altar da direita abriga imagens de São Luís, Rei da França, e Santo Antônio de Pádua, ambas folheadas a ouro. O da esquerda abriga São Francisco de Assis e São Luís com Santa Bona, ambos projetos do Aleijadinho, também esculpida pelo mesmo filão é São João Evangelista”.

Além disso, conforme explicado, as paredes da igreja foram erguidas assentando pedra sobre pedra, untadas com o óleo da baleia e totalizando quase 2,15 metros de grossura. O piso atual, de marchetaria, foi substituído pelo original e não usa qualquer tipo de unha. “E, atrás dos muros, esta um cemitério que abriga o corpo do 1º presidente eleito no Brasil, Tancredo Neves, enterrado ao lado de alguns membros de sua família”, complementa. “A igreja é uma das principais referências turísticas e religiosas”, destaca.
Ele afirma que a igreja são Francisco de Assis “é o cartão postal da nossa cidade, o cartão de visita, né, onde atrai muitas pessoas que ele muito conhecido no Brasil do mundo inteiro né pela suas aspectos pelas suas funcionamento pelas suas arquiteturas que tem arquitetura barroca”.
O cuidado com a igreja
Enquanto guia turístico, Ronaldo reflete que cuidar do templo é a sua missão. “Cuidar dele para deixar que seja não tem ato de depredação ato de vandalismo, a gente tem que está sempre cuidando porque a riqueza que ele foi construídas das muitos anos atrás […]”, pontua.
Edição: Arthur Raposo Gomes
